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Um olho que vê além do visível e você carregando essa verdade nas costas.
A estampa "Olho" não é ilustração decorativa. É um portal. Aquele olho que acompanha desde civilizações antigas símbolo de proteção, vigilância cósmica, clarividência agora fixo no peito de quem escolhe carregar uma mensagem sem precisar falar. Na simbologia mística, o olho representa o conhecimento que transcende a matéria, a capacidade de enxergar além das três dimensões. Quando vestido, não é só uma imagem. É um manifesto suspenso no tecido: "eu vejo. eu sei. eu entendo o que ninguém mais está vendo."
Esse olho já habitou desde os amuletos egípcios o Olho de Hórus, protetor e onisciente até os bancos de câmaras de vigilância, passando por místicos indígenas que acreditavam na visão interior como forma de verdade absoluta. Na história da arte moderna, o olho ganhou outra camada: tornou-se questionamento sobre perspectiva e realidade. Dalí pintava olhos derretidos. O surrealismo explorava a visão como algo subversivo. E aqui estamos nós, séculos depois, colocando um olho cósmico em um moletom porque a referência não envelhece. Apenas encontra novos formatos. Novos corpos. Novas narrativas.
Em 2024, carregar um símbolo de clarividência é um ato quase revolucionário. Vivemos em uma era de desinformação, fake news, algoritmos que decidem o que você vê e ver claro tornou-se um superpoder. Esse olho na sua peça não é nostalgia mística. É resistência. É a recusa de aceitar a versão filtrada da realidade. É estar acordado quando o resto dorme. A astrologia, a mística, a simbologia ancestral tudo isso que era marginalizado voltou com força porque pessoas estão buscando senso novamente. Buscando verdade em um mundo que mente por algoritmo.
Agora, sobre o casaco em si: estamos falando de um moletinho aquele tecido que abraça como quem entende você sem precisar ouvir a conversa completa. Capuz generoso. Bolso canguru onde cabem pensamentos não ditos. Cordão regulável para quem ajusta o mundo conforme precisa. A modelagem é slim, mas não sufocante existe espaço entre você e o tecido, como deve ser. Tamanho de PP ao 3G porque todo corpo que escolhe silêncio com propósito merece encontrar seu ajuste perfeito. Este é o casaco que vira uniforme de quem prefere ouvir mais do que falar, observar mais do que reagir. Ele não faz barulho. Apenas existe com intenção.
A Lacraste colocou um olho em um moletom porque entendemos que roupa não é superfície. É linguagem. É o espaço onde a sua interioridade encontra o exterior e grita baixo. Quando você veste uma Lacraste, não está apenas se aquecendo. Está declarando uma afiliação a um tipo de pensamento, a uma forma de estar no mundo que reconhece o valor da referência, da camada, do significado. Esse olho específico, nessa cor, nesse moletom é uma conversa que só quem precisa entender vai entender completamente.
Existe algo sobre usar misticismo em cotidiano que desmente a separação entre sagrado e banal. Este hoodie faz exatamente isso. Transforma seu dia comum em um ato de visão expandida. Transforma seu corpo em galeria. Transforma sua recusa em permissão.
A Lacraste não é uma loja de roupas. É uma galeria que decidiu ter carrinho de compras.
Cada estampa é uma ideia antes de ser uma peça. Cada peça é uma posição antes de ser uma roupa. Aqui, o tecido é o suporte o que você diz com ele é o produto real.
Nascemos na interseção entre arte, moda e cultura digital. Não fazemos moda de estação. Fazemos estampas que duram porque as referências que carregam já duram há décadas ou séculos. Colocamos Van Gogh ao lado de Inosuke. Mondrian ao lado de memes. Porque cultura não tem hierarquia. Tem relevância.
Pra quem entende a referência: bem-vindo. Pra quem vai pesquisar depois de ver a peça: ainda melhor.
Lacraste. Arte que você usa.
